Aprendendo surf na Escola Municipal de Surf de Itanhaém

Fiquei feliz em saber que tem essa escola gratuita em Itanhaém.
Mudo para Ita nesse mês de abril/10, e pretendo aprender a surfar (que minha esposa não leia isso).

A Escola Municipal de Surf de Itanhaém foi fundada em 1997 com a proposta de atender e ensinar pessoas de qualquer idade interessadas em aprender a surfar e também técnicas de aperfeiçoamento para o surf de competições. Os alunos com menos de 18 anos são obrigados a estarem estudando e os professores da Escola de Surf juntamente com os pais exigem das crianças boas notas na escola.

Professores da Escolinha
Foto: Divulgação

As aulas incluem iniciação à prática do surf, instruções sobre o primeiro equipamento, alongamentos para o surf, dicas sobre uma alimentação saudável, instruções sobre os perigos do mar, técnicas de primeiros socorros de afogamento, preparação para competições, técnicas para o free surf e treinamentos diários visando as competições.

Os professores são especializados e possuem Curso de instrutores e técnicos de surf, diplomados pela Confederação Brasileira de Surf e autorizado pela Internacional Surfing Association, Surfing Australia, Australia Coaching Council e também são árbitros de surf.

Qualquer pessoa pode se inscrever e participar das aulas, inclusive no verão quando muitos turistas se interessam em aprender a surfar e recebem as principais dicas durante as aulas teóricas. A Escola tem em média 100 alunos pôr mês, chegando na temporada de verão a ter mais de 200 alunos. Todos são cadastrados e respondem a uma lista de chamada.

 

Serviço:
ESCOLA MUNICIPAL DE SURF ITANHAÉM/VAN GOGH
Local: Praia do Sonho-Itanhaém-SP.
Preço: gratuito.
Dias das aulas: segundas, quartas e sextas.
Horário: das 8:30 às 11:00 e das 14:30 às 17:00hs.
Telefone: (13) 426 3262 e 9774 49 44.

Os 10 lugares que você não vai querer visitar de jeito nenhum

O site listverse, que se propõe a reunir as listas mais interessantes dos mais diversos assuntos que você possa imaginar, elegeu os 10 piores lugares do mundo para serem visitados. E deu Brasil na cabeça!

A Ilha de Queimada Grande, que fica a 35km de Itanhaém, litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Ela só é paradisíaca numa foto tirada bem de longe. De perto, na verdade, seria bem difícil alguém tirar uma foto e continuar vivo para mostrá-la a alguém.

Por quê? Bom, porque ela possui a incrível média de nove cobras por metro quadrado – são cerca de quatro mil no total. E não são cobrinhas inofensivas, não. São todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes.

Para se ter uma ideia de como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha. Veja bem: a entrada na ilha é proibida. Se você quiser visitá-la, você não é corajoso – é maluco mesmo.

  

A Ilha da Queimada Grande, tão próxima de São Paulo, deixou para trás lugares como Chernobyl (Ucrânia), cidade do maior desastre radioativo do mundo – uma explosão num reator da usina nuclear, gerando uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa. O acidente de Chernobyl teve 100 vezes mais radiação do que as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki durante a II Guerra Mundial. Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje – e permanecerão por décadas –, algumas pessoas ainda moram por lá.  Ao contrário da Ilha de Queimada Grande, que é inabitada.

 

 O terceiro pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama – sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado. Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai?

  

Para o listverse, o quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira (até mesmo a Fernão Dias) parecer uma Autobahn alemã. A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e – acredite – não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros. Ah, e tem uma neblina incessante também. Resultado: de 200 a 300 mortes são registradas por ano nessa estradinha do inferno.

 O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantescos. Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas. Os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram – os demais foram trucidados pelos crocodilos. “Era a cacofonia do inferno o som dos gritos de soldados sendo mastigados pelos crocodilos”, relatou um sobrevivente. Credo.

 Para ver a lista completa (em inglês), clique aqui.

Fonte:  Redação Yahoo! Brasil

Epidemia de dengue na Baixada Santista exige cuidados do turista

Mais de 300 mil carros devem descer para a região no feriado de Páscoa

Emerson Ferraz/Prefeitura de Sorocaba
Foto por Emerson Ferraz/Prefeitura de Sorocaba

Guarujá é o município que apresenta o maior número de casos, com 2.979 pessoas contaminadas.
Para evitar o perigo de infecção pela picada do mosquito Aedes aegypti, em especial em regiões litorâneas onde há epidemias, o R7 consultou especialistas que ensinam a tomar alguns cuidados para evitar o contágio.

Cinco cidades da baixada santista estão com epidemia de dengue, com ao menos 6.535 casos confirmados até esta quinta-feira (1º). Nesta mesma região devem chegar entre 180 mil a 318 mil veículos por causa do feriado de Páscoa, segundo a Ecovias (empresa que administra as rodovias Anchieta e Imigrantes).

O município de Guarujá é o que apresenta o maior número de casos, com 2.979, seguido de São Vicente (1.877), Santos (837), Cubatão (199), Praia Grande (379), Bertioga (157), Peruíbe (72), Mongaguá (26) e Itanhaém (9), segundo dados das secretarias municipais de Saúde divulgados nesta semana.

Para o infectologista Renato Grinbaum, da Beneficência Portuguesa, quem estiver em áreas litorâneas deve ter cuidados mais específicos, pois ficará poucos dias na localidade. Por isso, segundo ele, a primeira precaução deve ocorrer na casa onde se pretende passar o feriado.

– Vale usar produtos inseticidas nos ambientes da casa, ter telas nas janelas, tudo para diminuir o número de mosquitos na casa.

Citronela e óleo de amêndoas

Para quem estiver na praia, a preocupação deve ser maior em barzinhos beira-mar ou restaurantes, pois na areia, onde geralmente venta mais, dificilmente o mosquito permanece. Segundo o infectologista, “o inseto prefere locais fechados, por isso uma forma de espantá-lo é usando repelente no corpo”.

Uma boa forma de repelente natural ensinado pelo infectologista Paulo Olzon, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), é misturar a essência de citronela em óleo de amêndoas e passar pelo corpo. A citronela é um repelente natural de insetos, e consequentemente afasta também o Aedes Aegypti.

– É difícil controlar a infestação do mosquito. A única coisa efetiva é usar substâncias repelentes de insetos e há vários materiais no mercado que prometem isso, mas têm pouca efetividade. Um que resolve é a citronela, que pode ser misturada em óleo de amêndoas ou em álcool e passada no corpo para se proteger das picadas.

Uma outra dica do infectologista é ligar o ventilador quando chegar a casa, já que o inseto não consegue sobrevoar áreas com grande ventilação.

Em caso de casas alugadas, se houver focos do mosquito em poças d´água espalhadas ou em garrafas vazias, os especialistas recomendam removê-los o quanto antes.

Fonte: R7.com

Ilha das Cabras

Em períodos de maré baixa pode ser acessa, inclusive, a pé, sendo um dos visuais mais atraentes da Cidade, visto que permite o registro de fotografias da ilha para o continente.

Fica entre a Praia dos Pescadores e a Praia dos Sonhos. Na sua direção, na orla da Praia dos Pescadores, encontra-se o Monumento Mulheres de Areia, uma das principais atrações turísticas de Itanhaém.

 


Ilha da Queimada Grande

Tombada como Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), através do decreto federal n° 91.887, de 5 de novembro de 1985, é o único lugar que abriga a jararaca-ilhôa (Bothrops insularis) – serpente de espécie única, por ser hermafrodita, ora comportando-se como macho, ora como fêmea, que possui um veneno 20 vezes superior as do mesmo gênero continental, a Jararaca.

 

A fiscalização da ilha, que possui 230.000 m², é atualmente feita pelo Ibama, órgão do Governo Federal.

 

Possui em seu entorno o naufrágio Tocantins, cujas estruturas estão incorporadas ao fundo do mar desde 1933, tornando-se habitat de variada fauna e um dos melhores pontos de mergulho do Estado.

 





Rio Itanhaém

Segunda maior bacia hidrográfica do Estado, com mais de 2 mil Km de extensão, abriga diversas espécies de vida marinha e pode ser visitado através de embarcações turísticas. Pode ser observado de diversos pontos da Cidade.

O principal é a ponte Sertório Domiciano da Silva – cartão-postal batizado com o nome do pescador que fazia a travessia da população antes de sua existência. Sob a ponte, está uma pequena parte dos 180 quilômetros navegáveis do Rio Itanhaém, onde os visitantes trocam o ar denso e poluído das metrópoles por um cenário típico de restinga.

Em vez de grandes arranha-céus, o panorama é formado por árvores, arbustos, trepadeiras, bromélias, além de manguezais (ecossistemas que ficam próximos aos estuários) na embocadura dos rios.





 

Tudo sobre a cidade de Itanhaém